19 de abril de 2013

Alheiras assadas no forno




  • Com a ajuda de um palito, picar a toda a volta as alheiras (quanto mais picadelas, melhor).


  • Dispôr as alheiras num pirex, ou numa forma anti-aderente, e levar ao forno (modo “grelhador”) a 160ºC.
  • A cada 10-15 minutos, virar as alheiras e escorrer de vez em quando a gordura que se deposita no pirex.
  • Quando estiverem assadas a gosto, retirar para um papel absorvente, e servir com grelos, cenouras e batatas cozidas.


Dica: esta técnica também é óptima para cozinhar morcelas, pois assim pode-se retirar melhor a gordura em excesso do que simplesmente cozê-las em água.


O meu fiel amigo (não, não é o bacalhau), ou melhor dizendo, os fiéis amigos, são os meus 2 fornos, porque adoro e faço muita comida de forno, seja ela doce ou salgada.
Há uns anos atrás usava somente o meu forno encastrado para preparar esses pratos, mas houve um dia em que tivemos de fazer umas arrumações mais a “fundo” e (re)descobri o nosso forno-câmpanula (não sei se será a designação exacta...) e desde essa altura nunca mais parei de o usar.

Agora uso o forno maior para grandes assados e bolos, e o mais pequeno para o resto, como por exemplo, a omelete de esparguete, assar alheiras ou morcelas (neste forninho elas não rebentam!), preparar congelados já preparados ou pré-fritos como douradinhos, empadinhas, crepes, hamburguers, etc., porque é mais rápido a aquecer (e saudável) e como são coisas pequenas, poupa-se mais energia do que pôr a funcionar o forno encastrado. Outra vantagem é que é bastante portátil, e pode-se pousar em qualquer lugar, desde que haja uma ligação eléctrica por perto, é claro!
As únicas desvantagens são o modo de dispersão de calor – só por cima, ou só por baixo, e não há regulação de temperatura.


O que tenho agora é também antigo, e foi adquido depois do original ter tido problemas na resistência, e terá cerca de 20 anos. Hoje em dia ainda há à venda destes forninhos em supermercados e lojas de pequenos electrodomésticos.

Alheiras assadas no forno




  • Com a ajuda de um palito, picar a toda a volta as alheiras (quanto mais picadelas, melhor).


  • Dispôr as alheiras num pirex, ou numa forma anti-aderente, e levar ao forno (modo “grelhador”) a 160ºC.
  • A cada 10-15 minutos, virar as alheiras e escorrer de vez em quando a gordura que se deposita no pirex.
  • Quando estiverem assadas a gosto, retirar para um papel absorvente, e servir com grelos, cenouras e batatas cozidas.


Dica: esta técnica também é óptima para cozinhar morcelas, pois assim pode-se retirar melhor a gordura em excesso do que simplesmente cozê-las em água.


O meu fiel amigo (não, não é o bacalhau), ou melhor dizendo, os fiéis amigos, são os meus 2 fornos, porque adoro e faço muita comida de forno, seja ela doce ou salgada.
Há uns anos atrás usava somente o meu forno encastrado para preparar esses pratos, mas houve um dia em que tivemos de fazer umas arrumações mais a “fundo” e (re)descobri o nosso forno-câmpanula (não sei se será a designação exacta...) e desde essa altura nunca mais parei de o usar.

Agora uso o forno maior para grandes assados e bolos, e o mais pequeno para o resto, como por exemplo, a omelete de esparguete, assar alheiras ou morcelas (neste forninho elas não rebentam!), preparar congelados já preparados ou pré-fritos como douradinhos, empadinhas, crepes, hamburguers, etc., porque é mais rápido a aquecer (e saudável) e como são coisas pequenas, poupa-se mais energia do que pôr a funcionar o forno encastrado. Outra vantagem é que é bastante portátil, e pode-se pousar em qualquer lugar, desde que haja uma ligação eléctrica por perto, é claro!
As únicas desvantagens são o modo de dispersão de calor – só por cima, ou só por baixo, e não há regulação de temperatura.


O que tenho agora é também antigo, e foi adquido depois do original ter tido problemas na resistência, e terá cerca de 20 anos. Hoje em dia ainda há à venda destes forninhos em supermercados e lojas de pequenos electrodomésticos.

9 de abril de 2013

Pão de rúcola




1 embalagem de rúcola
3 ovos
½ dl de azeite
1 dl de leite
1 colher (chá) de raspa de laranja
180 gr de farinha
1 colher (chá) de fermento
1 cebola picada
100 gr de queijo em tirinhas
Sal e pimenta q.b.





  1. Numa sertã ou tacho, alourar a cebola num pouco de azeite, e deixar esfriar.
  2. Numa taça, bater os ovos com o leite e o azeite.
  3. Adicionar as folhas da rúcola, e envolver bem.
  4. Juntar a cebola, a raspa da laranja, o queijo, e os temperos.
  5. Misturar a farinha com o fermento, e aos poucos adicionar ao preparado anterior.
  6. Colocar numa forma untada, e levar ao forno (calor circulante) a 180ºC por cerca de 45 minutos.


Dica: para quem gostar de um sabor um pouco mais forte, pode substituir parte do queijo ralado por queijo da Ilha. E também se pode acrescentar um pouco de fiambre e nozes picadas.

Andei bastante tempo para fazer esta receita, pois andou perdida nos meus arquivos de folhetos de receitas, até que a reencontrei recentemente.

Este pão de rúcola foi publicado num folheto promocional das saladas “Vitacress”, e é da autoria do chef Hêrnani Ermida.
 
Eu alterei ligeiramente a receita de modo a cortar na quantidade de gordura (levava também manteiga; e diminuí o azeite para metade), mas o resultado final ficou igualmente saboroso e ligeiramente húmido, como se esperava da receita original.


 

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